Compreender os diferentes tipos de fezes é essencial para promover a própria saúde, pois elas fornecem informações valiosas sobre o funcionamento do sistema digestivo.
Embora muitos considerem a descarga automática após evacuar como um gesto habitual, desenvolver o hábito de observar regularmente as fezes pode trazer grandes benefícios.
Durante essa observação, surgem perguntas comuns: Qual é o formato de fezes considerado normal? Qual seria a frequência ideal de evacuações por dia?
Esses aspectos variam de acordo com diversos fatores individuais, como dieta, hidratação, rotina, nível de estresse, qualidade do sono, predisposição genética, atividade física e consumo de fibras. No entanto, geralmente, evacuar 1x ao dia é considerado normal para muitas pessoas, mas é importante ressaltar que a frequência pode variar de pessoa para pessoa. Algumas pessoas evacuam mais de uma vez ao dia, enquanto outras evacuam a cada dois dias e ainda podem ser consideradas saudáveis. O importante é observar qualquer mudança significativa nos hábitos intestinais, um ou dois dias de evacuações anormais é completamente normal. Quando a irregularidade se torna um padrão consistente, uma intervenção médica pode ser necessária.

As fezes consideradas normais apresentam as seguintes características:
- Possuem formato semelhante a uma salsicha ou banana;
- A evacuação ocorre sem esforço significativo;
- Não estão ressecadas nem excessivamente amolecidas;
- A evacuação é rápida e proporciona alívio imediato;
- Ocorrem com uma frequência de mais de três vezes por semana e menos de três vezes ao dia;
- Não apresentam a presença de sangue.
O microbioma é essencial para a saúde, influenciando a digestão, o sistema imunológico e até mesmo o funcionamento do cérebro. Cuidar dele com uma dieta equilibrada é fundamental para evitar problemas de saúde.
Existem também alimentos que são amigos dos intestino e outros que nem tanto!
Evite alimentos altamente processados, gorduras saturadas, açúcares adicionados e adoçantes artificiais, como sacarina, sucralose, frutose, açúcar e xilitol, pois podem prejudicar o microbioma.
Em vez disso, considere incluir fontes de prebióticos, como alho e cebola, e alimentos fermentados ricos em probióticos, se forem bem tolerados. Além disso, é benéfico incluir alimentos ricos em ácidos graxos ômega-3, encontrados em peixes gordurosos, e polifenóis, presentes em frutas e vegetais, pois esses nutrientes combatem a inflamação e promovem um microbioma saudável.
Os ácidos graxos ômega-3 ajudam a reduzir a permeabilidade intestinal, um fator de risco para doenças autoimunes, enquanto os polifenóis aumentam a presença de bactérias benéficas no intestino.
Como está sua evacuação? E as suas fezes? Acredita estar com um bom funcionamento intestinal?